Depois de quase um mês (faltava apenas dois dias para isso) sem fazer nem ao menos uma atualização neste blog, volto às minhas atividades blogueiras.
Sim, esse é mais um mea culpa, porém, dessa vez tenho mais do que motivo para minha ausência. Primeiro, tive o relatório parcial do PIBIC, depois artigo para o Intercom Nordeste (aprovado, em breve disponibilizo) e trabalho para o Expocom (também aceito :D), que foram emendados com paper para a revista Iniciacom, tudo isso concomitantemente com minha monografia e um concurso que por pouco não perdi (estava com tanta coisa na cabeça que pensei que a prova ia ser no dia 28, não 23). Sim, teve ainda a recolhimento e análise do corpus da pesquisa do PIBIC (apenas 139 postagens do Blog do Noblat, sendo analisada por diversos ângulos, através das teorias do newsmaking e gatekeeper; em breve, haverá publicação disso).
Enfim, depois desse mea-culpa/publicidade/inflação-de-ego, voltemos à postagem. Como de costume, sempre que passo um tempo off do blog, trago alguma inovação, por mais ínfima que seja. Agora, resolvi modificar mais uma vez o layout do De Platão à salsicha. Confesso que a inspiração veio do blog Ela é glamurosa, de @fabyfalcao.
Por falar em ausência por causa do universo acadêmico, tenho de recordar (pela milionésima vez) que hoje Lúcia Santaella estará no Auditório da Reitoria da UFPB, às 19h. A palestra será referente ao seu livro Cultura e artes do pós-humano, lançado há algum tempo, em 2003. De todos os livros que li da autora, esse é, sem a menor dúvida, o melhor. Para mim, nem um dos mais atuais, Linguagens líquidas na era da mobilidade, de 2007, consegue superar a consistência e a relevância teórica do primeiro.
Hoje, finalmente assistirei a uma palestra de Santaella, uma autora quase celebridade/mito da área de comunicação. Em novembro do ano passado, quase tive essa oportunidade, no III Simpósio Nacional ABCiber. Contudo, ela não compareceu.
Terminando esta postagem/mea-culpa/retorno, devo esclarecer que eu tinha até pensado em falar sobre o caso de Kadija Tu, africana que foi agredida física e verbalmente por um vendedor de cartão de crédito, mas desisti por não ter acesso a versão de ambos sobre o fato. A polêmica se tornou ainda maior quando a delegada Juvanira Holanda afirmou que não houve racismo. Como eu já disse, prefiro não adentrar muito no tema porque não conheço a versão dos dois.
Inicialmente, (terceiros) tinham dito que o vendedor a chamou de "negra-cão", que, para mim, expõe conteúdo racista por trazer a raça dela como algo depreciativo, como se devesse ser humilhada por isso. NO ENTANTO, hoje, vi que a própria Kadija falou que o vendedor a denominou de cadela. Isso, para mim, não é racismo. Pode ser degradação do gênero (ou sexo?) feminino, ainda assim, chamar uma mulher de cadela não é racismo. Enfim, não estou defendendo o vendedor porque, com racismo ou não, ele agrediu Kadija com socos e chutes (onde estava o pessoal quando isso aconteceu? Afinal, sempre há pessoas nas praças da UFPB).
2 comentários:
Ai que bom saber que de certa forma o meu blog te inspirou a mudar o layout do seu.
Gostei do novo layout, deixou o blog mias organizado, só deixaria a cor um pouco mais clara.
Fora que o blog está ficando mais conhecido e comentado!
Continue assim, meu amor ^^
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