Custou-me 20 e poucos e alguma ansiedade.
A transposição não é da mesma forma,
muitas letras boas e muitas ruins.
Poucas médias e algumas até chatas.
Parece que só sabe remoer sacanagem,
mas uma coisa boa teve.
Há 4 anos não me atrevo
a fazer o mesmo.
Não devia acabar em dez.
Não devia nem ter feito um.
Agora se foi.
Se gostou disso aqui,
aconselho,
custará pra você também.
Raramente paródia (falta criatividade), às vezes paráfrase (concordo com algumas pessoas), frequentemente original (penso muita coisa, não necessariamente frutífera).
sábado, 13 de dezembro de 2008
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Humanização da máquina ou maquinização do homem?
Fala-se em seres meio homem e meio máquina há muito tempo. A idéia de criação de ciborgues pode ser percebida nas produções de ficção-científica, principalmente em obras de audiovisuais em série como Jornada nas Estrelas e Perdidos no Espaço.
Não sei por que todo mundo se espanta com essa “futura” (talvez nem tão futura assim) "criação" (ou seria transformação?). Muitos dizem que isso nunca vai ocorrer, outros afirmam que a espécie humana vai acabar, caso se concretize as experiências desse gênero (vide Inteligência Artificial).
Porra! A espécie humana foi evoluindo com o imbricamento cada vez maior exatamente da tecnologia com o seu corpo. Não entendo o porquê do povo ainda se espantar com isso. Talvez seja porque as mudanças (transformações, não criações) sejam tão sutis que passem despercebidas, na maioria das vezes, e a visão do futuro seja muito mais assustadora do que realmente ele deva ser. Estamos nos tornando cada vez mais homem-tecnologia, mas acredito que nunca a espécie humana vai chegar ao fim, pois nós, mesmo modificados, seremos o que conhecemos como humanos.
Desde o início vemos os homens utilizando a tecnologia em seu corpo, tendo como principais expoentes as mulheres que pintam o rosto com a maquiagem, se estão virtualizando o rosto ou humanificando a maquiagem, você decide. Vemos também pessoas que usam lentes de
contato, aparelhos auditivos, próteses em lugares de membros perdidos, enfim, exemplos não faltam. Não interessa, aqui, distinguir se a tecnologia é utilizada para uma melhor qualidade de vida, o que importa é que os homens mesclam-se cada vez mais com a tecnologia, e não percebemos isso.
O problema de refletir sobre o que é um ciborgue é que muitos pensam nele como um robô com características humanas e com parte humanóides em seu corpo. Entretanto, por que não podemos considerar um humano com características e inserções tecnológicas em seu corpo como um ciborgue? Será que é porque não queremos perceber o óbvio? A saber, que as pessoas estão se tornando um híbrido entre humano e maquínico.
O interessante é que essa transformação não está acontecendo de forma apocalíptica (o humano está sumindo), como muitas pensavam, mas, ao contrário, a qualidade de vida está aumentando, em virtude das tecnologias. Estas que, mesmo sendo "bem" empregadas, sofrem também com um caráter pessimista, quando a estetização é levada mais em conta do que coisas mais importantes, logo, o belo é levado em conta ao invés do caráter e da ética.
Parece que os pessimistas vão ter que se conter um pouco mais ou se contentar apenas com as críticas ínfimas, tornando-se até mais otimistas. Acho que o ciborgue que irá assimilar os humanos ou destruir nossa espécie vai ficar apenas nas ficções-científicas, como no caso dos Borgs (Jornada nas Estrelas). Pensando bem, nem tão na ficção.
Além dessa visão diferente da criação do ciborgue, não podemos esquecer que os cyber-rebeldes estão também por aí, não permitindo que os humanos sejam extintos por sua própria criação (parece história de um filme futurista/pessimista). O que pode acontecer também é que não haja realmente uma criação do ciborgue, mas
uma modificação ou transformação de nós mesmos, vagarosa, sem que percebamos. Mas daí, o ciborgue não exisitirá, pois seremos nós, e não queremos perder a condição de humano, pelo menos, não para nos tornarmos um humano-máquina.
Não sei por que todo mundo se espanta com essa “futura” (talvez nem tão futura assim) "criação" (ou seria transformação?). Muitos dizem que isso nunca vai ocorrer, outros afirmam que a espécie humana vai acabar, caso se concretize as experiências desse gênero (vide Inteligência Artificial).
Porra! A espécie humana foi evoluindo com o imbricamento cada vez maior exatamente da tecnologia com o seu corpo. Não entendo o porquê do povo ainda se espantar com isso. Talvez seja porque as mudanças (transformações, não criações) sejam tão sutis que passem despercebidas, na maioria das vezes, e a visão do futuro seja muito mais assustadora do que realmente ele deva ser. Estamos nos tornando cada vez mais homem-tecnologia, mas acredito que nunca a espécie humana vai chegar ao fim, pois nós, mesmo modificados, seremos o que conhecemos como humanos.
Desde o início vemos os homens utilizando a tecnologia em seu corpo, tendo como principais expoentes as mulheres que pintam o rosto com a maquiagem, se estão virtualizando o rosto ou humanificando a maquiagem, você decide. Vemos também pessoas que usam lentes de
contato, aparelhos auditivos, próteses em lugares de membros perdidos, enfim, exemplos não faltam. Não interessa, aqui, distinguir se a tecnologia é utilizada para uma melhor qualidade de vida, o que importa é que os homens mesclam-se cada vez mais com a tecnologia, e não percebemos isso.O problema de refletir sobre o que é um ciborgue é que muitos pensam nele como um robô com características humanas e com parte humanóides em seu corpo. Entretanto, por que não podemos considerar um humano com características e inserções tecnológicas em seu corpo como um ciborgue? Será que é porque não queremos perceber o óbvio? A saber, que as pessoas estão se tornando um híbrido entre humano e maquínico.
O interessante é que essa transformação não está acontecendo de forma apocalíptica (o humano está sumindo), como muitas pensavam, mas, ao contrário, a qualidade de vida está aumentando, em virtude das tecnologias. Estas que, mesmo sendo "bem" empregadas, sofrem também com um caráter pessimista, quando a estetização é levada mais em conta do que coisas mais importantes, logo, o belo é levado em conta ao invés do caráter e da ética.
Parece que os pessimistas vão ter que se conter um pouco mais ou se contentar apenas com as críticas ínfimas, tornando-se até mais otimistas. Acho que o ciborgue que irá assimilar os humanos ou destruir nossa espécie vai ficar apenas nas ficções-científicas, como no caso dos Borgs (Jornada nas Estrelas). Pensando bem, nem tão na ficção.
Além dessa visão diferente da criação do ciborgue, não podemos esquecer que os cyber-rebeldes estão também por aí, não permitindo que os humanos sejam extintos por sua própria criação (parece história de um filme futurista/pessimista). O que pode acontecer também é que não haja realmente uma criação do ciborgue, mas
uma modificação ou transformação de nós mesmos, vagarosa, sem que percebamos. Mas daí, o ciborgue não exisitirá, pois seremos nós, e não queremos perder a condição de humano, pelo menos, não para nos tornarmos um humano-máquina.quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Vai lá, Almirante!
Eu estava vasculhando e navegando pelas notícias e links do G1 e encontrei uma luz no fim do túnel para o outro ex-vocalista do Los Hermanos, Rodrigo "Almirante". Depois de transformar meu blog num espaço pra fofoca, como estão dizendo ¬¬, vou avacalhar de vez. Na verdade, apenas coloquei meu verdadeiro eu fofoqueiro-jornalista pra fora, afinal, todos já dizem que eu gosto de uma fofoca - como um bom jornalista -, mas eu nem sei por quê.
Voltando à postagem... E apoi! Os empresários estão procurando novas Mallu Magalhães, se é para fortalecer a idéia da indústria cultural ou para manter a amizade entre os ex-Los Hermanos, isso eu não sei. Que Barba, Medina, Amarante e Camelo ainda eram bastante amigos mesmo depois do fim da banda, isso a gente sabe. No site da ex-banda tinha até dizendo que eles ainda se encontravam toda quinta (puff), eu acho. Mas, agora, não tem mais nada.
Parece que o clima não é mais o mesmo. Também, imagine Camelo chegando com uma belezura como Mallu Magalhães e ainda mais ela tendo a metade da idade de todos? Pois é! Deve ter causado uma ciumeiras geral entre os outros hermanos e eles acabaram brigando de verdade. Afinal, Camelo sempre foi o corno da turma, o que sempre levava pé na bunda e ficava mal com as mulheres (vide as músicas dele). O fim dos encontros devem ter ocorrido por causa de Camelo mesmo, pois deve ter se tocado, pois Mallu devia ficar totalmente deslocada nesses encontros... enquanto os outros hermanos falavam de semiótica, ele falava de uma "pata de leão".
Parece que o único jeito de apaziguar o clima entre os hermanos é Camelo acabando o namoro com Mallu, ou os outros ex-Los Hermanos fazerem a mesma coisa que seu (ex)amigo. E, para isso, eles têm a força das empresas que estão procurando novos fenômenos. A próxima da lista é Stephanie Toth, uma jovem de dezesseis anos que canta folk, tem cabelo liso curto e castanho
claro, é branquinha e tem cara de menina (não é um clone de Mallu, eu acho). Por isso, vai lá, Almirante! Chegou a sua vez.
Voltando à postagem... E apoi! Os empresários estão procurando novas Mallu Magalhães, se é para fortalecer a idéia da indústria cultural ou para manter a amizade entre os ex-Los Hermanos, isso eu não sei. Que Barba, Medina, Amarante e Camelo ainda eram bastante amigos mesmo depois do fim da banda, isso a gente sabe. No site da ex-banda tinha até dizendo que eles ainda se encontravam toda quinta (puff), eu acho. Mas, agora, não tem mais nada.
Parece que o clima não é mais o mesmo. Também, imagine Camelo chegando com uma belezura como Mallu Magalhães e ainda mais ela tendo a metade da idade de todos? Pois é! Deve ter causado uma ciumeiras geral entre os outros hermanos e eles acabaram brigando de verdade. Afinal, Camelo sempre foi o corno da turma, o que sempre levava pé na bunda e ficava mal com as mulheres (vide as músicas dele). O fim dos encontros devem ter ocorrido por causa de Camelo mesmo, pois deve ter se tocado, pois Mallu devia ficar totalmente deslocada nesses encontros... enquanto os outros hermanos falavam de semiótica, ele falava de uma "pata de leão".
Parece que o único jeito de apaziguar o clima entre os hermanos é Camelo acabando o namoro com Mallu, ou os outros ex-Los Hermanos fazerem a mesma coisa que seu (ex)amigo. E, para isso, eles têm a força das empresas que estão procurando novos fenômenos. A próxima da lista é Stephanie Toth, uma jovem de dezesseis anos que canta folk, tem cabelo liso curto e castanho
claro, é branquinha e tem cara de menina (não é um clone de Mallu, eu acho). Por isso, vai lá, Almirante! Chegou a sua vez.
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