Época de São João, tudo mundo feliz na Bahia. Uns porque viajaram para o interior, estão curtindo a época junina como gostam (e como eu queria também, comendo e bebendo as coisas típicas da data, perto de fogueira... só tiraria o forró 24h por dia); outros mais felizes ainda porque Salvador está vazia, sem ninguém na rua, sem trânsito engarrafado.
Na quarta-feira, véspera de Corpus Christi, a cidade já estava bem vazia, todo mundo se preparava para viajar ou estava viajando. Ainda assim, Wilson fez questão de dar aula, e nós éramos as únicas almas na Facom. Chegando lá, o segurança já foi nos acalmando, dizendo que uma jovem havia sido assaltada, que era bom o professor terminar a aula mais cedo; não foi o que aconteceu, mas espero que todos tenham chegado bem em casa.

Lembro que falei para Cunha, está todo mundo viajando, a cidade está vazia, só ficaram os bandidos para assaltar a gente. Dito e feito. Quer dizer, quase, ninguém aqui em casa foi assaltado, mas hoje escutei policiais gritando aqui em frente ao Tropicasa: encosta e bota a mão na cabeça!

Corri para a janela de Paulo e para a de Cunha e tirei fotos. Dois homens estavam sendo revistados por três policiais - um deles com arma na mão. De repente, chegam mais três policiais (estes estavam com armas grandes, diferente do primeiro) numa viatura para ajudar a colocar os dois homens no carro.

E esta é Salvador, não perde sua essência(espero que nenhum latouriano esteja lendo isso) mesmo tendo apenas uma pequena parte de seus habitantes.
Na quarta-feira, véspera de Corpus Christi, a cidade já estava bem vazia, todo mundo se preparava para viajar ou estava viajando. Ainda assim, Wilson fez questão de dar aula, e nós éramos as únicas almas na Facom. Chegando lá, o segurança já foi nos acalmando, dizendo que uma jovem havia sido assaltada, que era bom o professor terminar a aula mais cedo; não foi o que aconteceu, mas espero que todos tenham chegado bem em casa.
Lembro que falei para Cunha, está todo mundo viajando, a cidade está vazia, só ficaram os bandidos para assaltar a gente. Dito e feito. Quer dizer, quase, ninguém aqui em casa foi assaltado, mas hoje escutei policiais gritando aqui em frente ao Tropicasa: encosta e bota a mão na cabeça!
Corri para a janela de Paulo e para a de Cunha e tirei fotos. Dois homens estavam sendo revistados por três policiais - um deles com arma na mão. De repente, chegam mais três policiais (estes estavam com armas grandes, diferente do primeiro) numa viatura para ajudar a colocar os dois homens no carro.
E esta é Salvador, não perde sua essência

