sexta-feira, 24 de abril de 2009

Conheçam Susan Boyle!

Atualmente, há uma grande celeuma em cima de uma "nova" cantora. Ela ficou conhecida no programa Britain's Got Talent e seu nome é Susan Boyle. Minha amiga me falou dela hoje, mas eu já tinha visto, bem por cima, em alguns programas da tevê, embora não tivesse me atentado para o fato. Bem, não vou falar mais, para não estragar brilhantismo de Susan, principalmente porque ninguém acreditava nela.

Apenas vejam: http://www.youtube.com/watch?v=xRbYtxHayXo

quinta-feira, 23 de abril de 2009

O Congresso Nacional proporciona bigamia e melhoria na educação?*

Depois do auê da limitação das passagens aéreas para os membros do Congresso Nacional, muitos deputados e senadores resolveram se manifestar.

Os parlamentares estão reclamando porque ficarão muito tempo longe da família, não vão ter como ir às festas, nem trazer sua família para perto.

A reivindicação é até bonita... Mas fiquei pensando no que isso mudaria. Cheguei a duas proposições.

A primeira é que, mesmo com as mulheres por perto, muitos políticos praticam bigamia. Imagine, agora, que suas mulheres vão permanecer no estado em que eles maridos foram eleitos? Vaisermógandaia (com algumas exceções, claro!).

A segunda proposição se refere à educação... Se o brasileiro é muito conhecido pela malandragem, essa visão pode ter seus dias contados. O que auxilia para nosso país ser tão malquisto são nossos políticos corruptos e desonestos.

Essa tendência é passada, muitas vezes, de pai para filho, visto que, geralmente, se envolve com política aqueles que já têm os pais políticos. Então, quem sabe se não podemos ter futuros candidatos mais éticos e honestos, já que os políticos estão longe da educação de seus filhos.

Se o senador Epitácio Cafeteira, do PTB do Maranhão, gosta mesmo tanto de sua família, por que não solicita "vale transporte"? Parece que, para o senador, entrar em um ônibus é digno apenas de sua ironia.





* A postagem é mais uma brincadeira. Pelamordedeus! Por mais escroto que um político seja, os filhos não têm nada a ver com isso.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Duas (boas) surpresas musicais na tevê

Caralho! Foi impressionante. Todo mundo sabe que a televisão aberta, especialmente no domingo, passa muita porcaria. Alvo de muitas críticas são, principalmente, os programas de auditório.

Geralmente, as bandas e cantores que vão a esses programas seguem um padrão de (baixa?) qualidade. Contudo, ontem, vi um convidado que me impressionou: Andrea Bocelli. Pois é! Quem viu as propagandas da Globo, sabia que o cantor ia aparecer no Domingão do Faustão, um dos programas de auditório mais criticado.

Podem falar o que quiser da Globo, mas não me lembro de outra emissora aberta trazer cantores de música erudita para seus programas de auditório. Fiquei imaginando: Será mesmo que os telespectadores do Domingão gostam deste tipo de música?

Acredito que a resposta seja "não". Porém, mesmo assim, o programa de Faustão teve "coragem" para trazer um artista da qual sua audiência não estava acostumada (mas não podemos cair na ingenuidade de acreditar que o único interesse do programa foi trazer um músico de boa qualidade para sua audiência). Enquanto os outros programas param no tempo e continuam à sombra da Globo, fazendo o que esta emissora faz há alguns anos, parece que ela, mais uma vez, sai à frente da concorrência.

Sei muito bem o que a Globo fez durante os anos, principalmente para chegar onde chegou e conseguir seu "padrão Globo de qualidade". Mas não podemos negar que ela, frequentemente, brinda-nos com novidades que sempre a fazem ficar um passo (ou dois, três...) à frente de seus competidores da tevê aberta. Não estou afirmando que ela é de alta qualidade (a não ser técnica e com exceção de um ou outro profissional), mas seus concorrentes chegam a ser pior, pelo menos, na maioria das vezes.

Algo que também me impressionou, enquanto eu mudava de canal, foi ver que a TV Aparecida (aqui passa no canal 21) estava passando o novo clipe de Chris Cornell (ex-Soundgarden e ex-Audioslave), Scream, música homônima ao álbum.

Só tenho a dizer que é de se emputecer ver que um canal religioso e um programa de auditório veiculam música de mais qualidade que um canal especialista nesta arte, como a MTV (salvo algumas exceções). Claro que se tem que veicular o que está na moda. Porém, o que não pode continuar acontecendo é a homogeneização do que é veiculado.

Não é, por exemplo, porque eu não gosto de música erudita, que acho que Faustão não deveria ter levado Andrea Bocelli. Ao contrário, deve-se veicular músicas de todos os estilos e num horário bom, não colocando, como a MTV, um programa de Rap num horário irrisório ou como a Globo faz com tantos outros programas de qualidade.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Eu já torci para a Argentina...

Pode parecer inacreditável, mas já vibrei muito com a vitória de um argentino. E este fato aconteceu no último domingo (12), quando estava acontecendo o primeiro Major do ano: o Masters.

Para quem não sabe, estou falando de golfe. Todo campeonato acontece em quatro dias, dos quais os dois primeiros (na quinta e sexta) são eliminatórios e os golfistas têm que passar pelo "corte" (na sexta) para ir à segunda fase, que acontecem aos sábados e domingos.

Inicialmente, como de costume, eu estava torcendo pelo americano Tiger Woods e o espanhol Sergio García. Como não assisti no sábado, não sei o que aconteceu com García (sei que ele passou pelo corte, pois vi nos dois primeiros dias), haja vista que ele não foi mostrado nem falado no último dia.

Ao contrário, Tiger Woods esteve sempre em evidência, visto que tinha chance de ser campeão e não é o mito do golfe à toa... No entanto, enquanto as câmeras só focavam Tiger e seu principal oponente, o americano Phil Mickelson, víamos os primeiros lugares se mantendo firme.

O americano Kenny Perry esteve em primeiro todo o jogo, acompanhado de perto pelo outro americano Chad Campbell e pelo argentino Ángel Cabrera (com seus altos e baixos durante a partida). Quem assiste regularmente aos jogos de golfe sabe que Cabrera até é um bom jogador, mas sua irregularidade sempre o atrapalha.

Cabrera já havia sido o único sul-americano a vencer o U.S. Open, em 2007. Agora, em 2009, tornou-se o único a ganhar o Masters e a obter dois Majors. Ele só não foi o primeiro sul-americano a vencer um Major porque outro argentino já o havia feito. Em 1967, Roberto De Vicenzo venceu o British Open.

Embora não fosse meu favorito, seria muita escrotagem da minha parte torcer por outro jogador que não Cabrera, só por ele ser um "hermano". Até porque os outros dois golfistas que foram para o playoff com o argentino eram americanos que eu nem gostava.

Para quem não suportaria torcer por um argentino de jeito algum, tem no golfe outro sul-americano que vem se destacando, o colombiano, Camilo Villegas. E sei que muitos acham golfe um esporte chato, isso porque, provavelmente, nunca viram Tiger Woods jogar, porque tem preconceito (sei que é esporte de rico) ou porque é enfadonho mesmo.

Só sei que, nesse domingo, assisti das 14:30 às 20:30. Acredito que Tiger (tudo bem, Mickelson principalmente) nos brindou com cerca de 5 horas de um belo jogo. E, na hora restante, Cabrera esteve de parabéns. E não é que, apesar de ser argentino, ele parece até ser simpático.


sábado, 13 de dezembro de 2008

edO para Tolomei Teixeira

Custou-me 20 e poucos e alguma ansiedade.
A transposição não é da mesma forma,
muitas letras boas e muitas ruins.
Poucas médias e algumas até chatas.

Parece que só sabe remoer sacanagem,
mas uma coisa boa teve.
Há 4 anos não me atrevo
a fazer o mesmo.

Não devia acabar em dez.
Não devia nem ter feito um.
Agora se foi.

Se gostou disso aqui,
aconselho,
custará pra você também.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Humanização da máquina ou maquinização do homem?

Fala-se em seres meio homem e meio máquina há muito tempo. A idéia de criação de ciborgues pode ser percebida nas produções de ficção-científica, principalmente em obras de audiovisuais em série como Jornada nas Estrelas e Perdidos no Espaço.

Não sei por que todo mundo se espanta com essa “futura” (talvez nem tão futura assim) "criação" (ou seria transformação?). Muitos dizem que isso nunca vai ocorrer, outros afirmam que a espécie humana vai acabar, caso se concretize as experiências desse gênero (vide Inteligência Artificial).

Porra! A espécie humana foi evoluindo com o imbricamento cada vez maior exatamente da tecnologia com o seu corpo. Não entendo o porquê do povo ainda se espantar com isso. Talvez seja porque as mudanças (transformações, não criações) sejam tão sutis que passem despercebidas, na maioria das vezes, e a visão do futuro seja muito mais assustadora do que realmente ele deva ser. Estamos nos tornando cada vez mais homem-tecnologia, mas acredito que nunca a espécie humana vai chegar ao fim, pois nós, mesmo modificados, seremos o que conhecemos como humanos.

Desde o início vemos os homens utilizando a tecnologia em seu corpo, tendo como principais expoentes as mulheres que pintam o rosto com a maquiagem, se estão virtualizando o rosto ou humanificando a maquiagem, você decide. Vemos também pessoas que usam lentes de contato, aparelhos auditivos, próteses em lugares de membros perdidos, enfim, exemplos não faltam. Não interessa, aqui, distinguir se a tecnologia é utilizada para uma melhor qualidade de vida, o que importa é que os homens mesclam-se cada vez mais com a tecnologia, e não percebemos isso.

O problema de refletir sobre o que é um ciborgue é que muitos pensam nele como um robô com características humanas e com parte humanóides em seu corpo. Entretanto, por que não podemos considerar um humano com características e inserções tecnológicas em seu corpo como um ciborgue? Será que é porque não queremos perceber o óbvio? A saber, que as pessoas estão se tornando um híbrido entre humano e maquínico.

O interessante é que essa transformação não está acontecendo de forma apocalíptica (o humano está sumindo), como muitas pensavam, mas, ao contrário, a qualidade de vida está aumentando, em virtude das tecnologias. Estas que, mesmo sendo "bem" empregadas, sofrem também com um caráter pessimista, quando a estetização é levada mais em conta do que coisas mais importantes, logo, o belo é levado em conta ao invés do caráter e da ética.

Parece que os pessimistas vão ter que se conter um pouco mais ou se contentar apenas com as críticas ínfimas, tornando-se até mais otimistas. Acho que o ciborgue que irá assimilar os humanos ou destruir nossa espécie vai ficar apenas nas ficções-científicas, como no caso dos Borgs (Jornada nas Estrelas). Pensando bem, nem tão na ficção.

Além dessa visão diferente da criação do ciborgue, não podemos esquecer que os cyber-rebeldes estão também por aí, não permitindo que os humanos sejam extintos por sua própria criação (parece história de um filme futurista/pessimista). O que pode acontecer também é que não haja realmente uma criação do ciborgue, mas uma modificação ou transformação de nós mesmos, vagarosa, sem que percebamos. Mas daí, o ciborgue não exisitirá, pois seremos nós, e não queremos perder a condição de humano, pelo menos, não para nos tornarmos um humano-máquina.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Vai lá, Almirante!

Eu estava vasculhando e navegando pelas notícias e links do G1 e encontrei uma luz no fim do túnel para o outro ex-vocalista do Los Hermanos, Rodrigo "Almirante". Depois de transformar meu blog num espaço pra fofoca, como estão dizendo ¬¬, vou avacalhar de vez. Na verdade, apenas coloquei meu verdadeiro eu fofoqueiro-jornalista pra fora, afinal, todos já dizem que eu gosto de uma fofoca - como um bom jornalista -, mas eu nem sei por quê.

Voltando à postagem... E apoi! Os empresários estão procurando novas Mallu Magalhães, se é para fortalecer a idéia da indústria cultural ou para manter a amizade entre os ex-Los Hermanos, isso eu não sei. Que Barba, Medina, Amarante e Camelo ainda eram bastante amigos mesmo depois do fim da banda, isso a gente sabe. No site da ex-banda tinha até dizendo que eles ainda se encontravam toda quinta (puff), eu acho. Mas, agora, não tem mais nada.

Parece que o clima não é mais o mesmo. Também, imagine Camelo chegando com uma belezura como Mallu Magalhães e ainda mais ela tendo a metade da idade de todos? Pois é! Deve ter causado uma ciumeiras geral entre os outros hermanos e eles acabaram brigando de verdade. Afinal, Camelo sempre foi o corno da turma, o que sempre levava pé na bunda e ficava mal com as mulheres (vide as músicas dele). O fim dos encontros devem ter ocorrido por causa de Camelo mesmo, pois deve ter se tocado, pois Mallu devia ficar totalmente deslocada nesses encontros... enquanto os outros hermanos falavam de semiótica, ele falava de uma "pata de leão".

Parece que o único jeito de apaziguar o clima entre os hermanos é Camelo acabando o namoro com Mallu, ou os outros ex-Los Hermanos fazerem a mesma coisa que seu (ex)amigo. E, para isso, eles têm a força das empresas que estão procurando novos fenômenos. A próxima da lista é Stephanie Toth, uma jovem de dezesseis anos que canta folk, tem cabelo liso curto e castanho claro, é branquinha e tem cara de menina (não é um clone de Mallu, eu acho). Por isso, vai lá, Almirante! Chegou a sua vez.