Fala-se em seres meio homem e meio máquina há muito tempo. A idéia de criação de ciborgues pode ser percebida nas produções de ficção-científica, principalmente em obras de audiovisuais em série como Jornada nas Estrelas e Perdidos no Espaço.
Não sei por que todo mundo se espanta com essa “futura” (talvez nem tão futura assim) "criação" (ou seria transformação?). Muitos dizem que isso nunca vai ocorrer, outros afirmam que a espécie humana vai acabar, caso se concretize as experiências desse gênero (vide Inteligência Artificial).
Porra! A espécie humana foi evoluindo com o imbricamento cada vez maior exatamente da tecnologia com o seu corpo. Não entendo o porquê do povo ainda se espantar com isso. Talvez seja porque as mudanças (transformações, não criações) sejam tão sutis que passem despercebidas, na maioria das vezes, e a visão do futuro seja muito mais assustadora do que realmente ele deva ser. Estamos nos tornando cada vez mais homem-tecnologia, mas acredito que nunca a espécie humana vai chegar ao fim, pois nós, mesmo modificados, seremos o que conhecemos como humanos.
Desde o início vemos os homens utilizando a tecnologia em seu corpo, tendo como principais expoentes as mulheres que pintam o rosto com a maquiagem, se estão virtualizando o rosto ou humanificando a maquiagem, você decide. Vemos também pessoas que usam lentes de
contato, aparelhos auditivos, próteses em lugares de membros perdidos, enfim, exemplos não faltam. Não interessa, aqui, distinguir se a tecnologia é utilizada para uma melhor qualidade de vida, o que importa é que os homens mesclam-se cada vez mais com a tecnologia, e não percebemos isso.
O problema de refletir sobre o que é um ciborgue é que muitos pensam nele como um robô com características humanas e com parte humanóides em seu corpo. Entretanto, por que não podemos considerar um humano com características e inserções tecnológicas em seu corpo como um ciborgue? Será que é porque não queremos perceber o óbvio? A saber, que as pessoas estão se tornando um híbrido entre humano e maquínico.
O interessante é que essa transformação não está acontecendo de forma apocalíptica (o humano está sumindo), como muitas pensavam, mas, ao contrário, a qualidade de vida está aumentando, em virtude das tecnologias. Estas que, mesmo sendo "bem" empregadas, sofrem também com um caráter pessimista, quando a estetização é levada mais em conta do que coisas mais importantes, logo, o belo é levado em conta ao invés do caráter e da ética.
Parece que os pessimistas vão ter que se conter um pouco mais ou se contentar apenas com as críticas ínfimas, tornando-se até mais otimistas. Acho que o ciborgue que irá assimilar os humanos ou destruir nossa espécie vai ficar apenas nas ficções-científicas, como no caso dos Borgs (Jornada nas Estrelas). Pensando bem, nem tão na ficção.
Além dessa visão diferente da criação do ciborgue, não podemos esquecer que os cyber-rebeldes estão também por aí, não permitindo que os humanos sejam extintos por sua própria criação (parece história de um filme futurista/pessimista). O que pode acontecer também é que não haja realmente uma criação do ciborgue, mas
uma modificação ou transformação de nós mesmos, vagarosa, sem que percebamos. Mas daí, o ciborgue não exisitirá, pois seremos nós, e não queremos perder a condição de humano, pelo menos, não para nos tornarmos um humano-máquina.
Não sei por que todo mundo se espanta com essa “futura” (talvez nem tão futura assim) "criação" (ou seria transformação?). Muitos dizem que isso nunca vai ocorrer, outros afirmam que a espécie humana vai acabar, caso se concretize as experiências desse gênero (vide Inteligência Artificial).
Porra! A espécie humana foi evoluindo com o imbricamento cada vez maior exatamente da tecnologia com o seu corpo. Não entendo o porquê do povo ainda se espantar com isso. Talvez seja porque as mudanças (transformações, não criações) sejam tão sutis que passem despercebidas, na maioria das vezes, e a visão do futuro seja muito mais assustadora do que realmente ele deva ser. Estamos nos tornando cada vez mais homem-tecnologia, mas acredito que nunca a espécie humana vai chegar ao fim, pois nós, mesmo modificados, seremos o que conhecemos como humanos.
Desde o início vemos os homens utilizando a tecnologia em seu corpo, tendo como principais expoentes as mulheres que pintam o rosto com a maquiagem, se estão virtualizando o rosto ou humanificando a maquiagem, você decide. Vemos também pessoas que usam lentes de
contato, aparelhos auditivos, próteses em lugares de membros perdidos, enfim, exemplos não faltam. Não interessa, aqui, distinguir se a tecnologia é utilizada para uma melhor qualidade de vida, o que importa é que os homens mesclam-se cada vez mais com a tecnologia, e não percebemos isso.O problema de refletir sobre o que é um ciborgue é que muitos pensam nele como um robô com características humanas e com parte humanóides em seu corpo. Entretanto, por que não podemos considerar um humano com características e inserções tecnológicas em seu corpo como um ciborgue? Será que é porque não queremos perceber o óbvio? A saber, que as pessoas estão se tornando um híbrido entre humano e maquínico.
O interessante é que essa transformação não está acontecendo de forma apocalíptica (o humano está sumindo), como muitas pensavam, mas, ao contrário, a qualidade de vida está aumentando, em virtude das tecnologias. Estas que, mesmo sendo "bem" empregadas, sofrem também com um caráter pessimista, quando a estetização é levada mais em conta do que coisas mais importantes, logo, o belo é levado em conta ao invés do caráter e da ética.
Parece que os pessimistas vão ter que se conter um pouco mais ou se contentar apenas com as críticas ínfimas, tornando-se até mais otimistas. Acho que o ciborgue que irá assimilar os humanos ou destruir nossa espécie vai ficar apenas nas ficções-científicas, como no caso dos Borgs (Jornada nas Estrelas). Pensando bem, nem tão na ficção.
Além dessa visão diferente da criação do ciborgue, não podemos esquecer que os cyber-rebeldes estão também por aí, não permitindo que os humanos sejam extintos por sua própria criação (parece história de um filme futurista/pessimista). O que pode acontecer também é que não haja realmente uma criação do ciborgue, mas
uma modificação ou transformação de nós mesmos, vagarosa, sem que percebamos. Mas daí, o ciborgue não exisitirá, pois seremos nós, e não queremos perder a condição de humano, pelo menos, não para nos tornarmos um humano-máquina.
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