terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Conheça e apoie o FAAVES!

Todos querem me ver lá em Salvador, não é? Seja porque você gosta de mim - e quer que eu realize um desejo muito forte: fazer o mestrado no Póscom da UFBA (e ser integrante do GJOL) - ou simplesmente não me suporta (mais comum), quer (não) me ver o mais longe possível, nem ouvir falar de minha pessoa.

Seja lá qual for seu motivo, apresento-lhe o FAAVES, ou Fundo de Amparo a Allysson Viana em Salvador. O objetivo deste projeto é ajudar financeiramente o (nem tão) jovem Allysson Viana Martins - ou seja, eu - a morar em Salvador. Como fiquei em 24º das 30 vagas disponibilizadas pelo programa, a bolsa de estudos não é certa - ao menos nos primeiros meses.

Meus pais não têm como me ajudar financeiramente (e, se tivessem, duvido muito que fariam, devo acrescentar), portanto, conto apenas comigo (e, claro, com minha vó, que nunca me desamparou economicamente - não podendo deixar de ser citada). Porém, esse auxílio não é constante, e não só de inconstância pode viver minha pessoa. Por isso, mostro-lhe o FAAVES.

Quem quiser me ver em Salvador, sinta-se à vontade de apoiar o Fundo de Amparo a Allysson Viana em Salvador comprando: violão Di Giorgio (R$ 100), baixo Cort new action 4 cordas ativo (R$ 500) ou estante enorme Mogno para sala (R$ 200). O restante dos móveis e dos objetos, ainda bem, já possui comprador.

Mais informações, tweet-me, email-me,... só não fuck-me.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Você usa papel higiênico perfumado?

Depois de chegar de uma noite gorda, empanturrando-me de Chop Suey com Mônica, Bruna, Vitor, Cibele, Thaís e Fernanda, fui dar uma barrigada. E não há lugar melhor para pensar besteira como no banheiro.

Pequena digressão: Quer dizer, a noite foi gorda, mas também de exercício/volta à infância, afinal, fizemos barra (na verdade, só eu consegui hihihi) e brincamos de barra bandeira (eu, Thaís e Mônica ganhamos de 2 a 1 de Vitor, Bruna, Cibele e Fernanda - pixotes).

Voltando ao texto. Enfim, quando eu estava lá, olhando para o teto, sem nada para ler, vi o papel higiênico e pensei: por que existe papel higiênico perfumado? Tipo, quem teve ideia de criar um "limpa bunda" cheiroso?

Por acaso, alguém se limpa e depois vai cheirar? Ou então deixa alguém cheirar? Tipo, existe sexo anal, fio terra, beijo grego etc... Mas alguém faria um desses depois de uma bela cagada?

Depois de muito (nem tanto) pensar, só posso crer que esse papel higiênico sirva como uma espécie de perfume anal. Acredito que as pessoas pegam um pedaço e passam lá no redondo, antes de um beijo grego, fio terra, sexo anal ou o que quer que exista mais. E os criadores também devem apostar nessa hipótese, tanto que existe papel higiênico perfumado com vários aromas distintos, do mesmo modo que camisinha possui uma diversidade de sabores (ou você acha que camisinha só é colocada numa - como diria Maguila - xota? ¬¬).

Ou simplesmente pensei muita merda (em consonância com o que fazia) e o papel higiênico perfumado é dedicado a pessoas como Kesha (vale o vídeo, é curto e não é nojento). Afinal, vivemos numa época em que se produz para nichos, existe público para tudo.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Uma tarde com Logan

Momentos calmos ao final da tarde de hoje (23 de dezembro) com Logan. E, claro, ao som do tema de X-men (clássico).

Resolvi colocar o nome do meu gato de Logan não só porque gosto muito de Wolverine, mas porque ele era bem mais amarelo quando o adotei (quem não lembra do colante amarelo do personagem, que virou até piada no filme?).

Hoje, ele faz jus ao nome, não só por causa da cor, mas também das garras afiadas e da "personalidade", digamos, selvagem.


terça-feira, 21 de dezembro de 2010

"Que vencedor que nada!"

Um ano muito bom. Quer dizer, haveria várias maneiras de descrever este ano. Pegarei apenas o viés acadêmico, realmente um ciclo: iniciei o ano (janeiro) publicando um artigo na Revista Eletrônica Temática; fechei o ano (novembro) com outra publicação na mesma revista. Mas, neste ínterim, teve muita coisa boa.

Não posso dizer que o ano foi perfeito porque não fui o melhor em tudo e não consegui tudo o quanto era possível, mas isso já seria demais, né? Posso dizer que houve muitas conquistas que me satisfizeram completamente.

Academicamente, o ano "começou" (como quase sempre) com publicação no Intercom Regional, posteriormente seguido por outra no Intercom Nacional. Ainda relacionado ao Intercom, tive a felicidade de um artigo meu ser aceito para a Revista Iniciacom - vinculada ao congresso.

Depois dessa fase, veio o IV ABCiber trazer alguma dor de cabeça (um artigo meu não foi computado no sistema), mas apresentação do texto produzido com Laíza e da mesa sobre o livroAfrodite no ciberespaço: a era das convergências - organizado por Cláudio Cardoso de Paiva,Marina Magalhães de Morais e eu (Allysson Viana Martins) - valeu a ida ao Rio de Janeiro (além de eu conhecer uns primos que moram lá, mas isso já é de caráter pessoal).

Logo em seguida, vieram as seleções de mestrado. A primeira foi a da UFF, na qual meu projeto não foi aprovado. Daí vieram as da UFBA e da UFRN - isso eu já estava meio desacreditado devido ao insucesso na UFF. Felizmente, passei em ambas, na UFRN conseguindo até ser o primeiro colocado.

Beleza! Mestrado garantido, porém ainda faltava defender a monografia, que acabou culminando em nota 10. Parecendo que nada mais poderia dar certo, recebi o prêmio Jovem Pesquisador no XVIII Encontro Nacional de Iniciação Científica.

Mas em meio a tanta conquista e euforia, encontro um vídeo de um homem chamado Eduardo Marinho. E essa frase dele - dentre outras - me fez pensar um pouco: "Que vencedor que nada. Não tou aqui para competir. Quem é que disse que a vida é uma competição? A mídia? (risada sarcástica).

Além dessa reflexão, nesse curto vídeo, ele solta outras idéias como:

- "A publicidade é uma atividade criminosa. Ela cria necessidades desnecessárias, necessidades artificiais".

- "Na verdade, as necessidades materiais são só cinco: ar, água, alimento, agasalho e abrigo. Tudo com 'a' (...) Com essas cinco coisas você vive".

- "É muito fácil ser militar, desde que você abra mão da sua consciência".

- "Não quero ter vergonha da minha vida (...) não quero que minha vida seja usada par a manutenção (exército) deste Estado".

- "Conheci o marxismo. Achei o marxismo ótimo. Mas aí conheci os marxista e achei os marxista péssimos".

- "Tem benefício material que não vale o prejuízo moral".

Vale ganhar alguns minutos com esse cara, que foi descontruindo a imagem que tive dele no início. Pensei que era um doido, depois um papagaio (que escutou frases de efeito e agora saia falando), por fim, percebi que havia mais lucidez nele do que eu poderia imaginar.

sábado, 20 de novembro de 2010

Primeiro dia na Bahia: eu sou do pelô!

Cheguei em Salvador, dei um tempo no shopping Iguatemi (que fica em frente à rodoviária) e depois vim ao albergue, no Pelourinho, próximo à Praça da Sé (existe uma dessa em toda cidade grande ou só em Salvador e São Paulo mesmo?) - e passei de ônibus no Farol da Barra. Por sinal, o ônibus rodou tanto que me senti no 1500 (ou 5100) Circular, de João Pessoa. O albergue que estou é o mais barato daqui, o local é o que eu chamaria de bacana, o banheiro é bonzinho, mas os chuveiros são ruins para caralho.

Enfim... já andei o Pelourinho todinho, subi e desci, vi o Elevador Lacerda, Terreiro de Jesus, Praça da Sé, a loja oficial do Olodum (onde o povo lá fica batucando em frente). É muita ladeira e uns becos bem tensos.

Nesse pouco tempo, já aconteceram situações "típicas" (ao menos para a imagem que passam da Bahia/Salvador/Pelourinho, ou seja, axé/sexo/maconha).

Como Thiago tinha avisado, toca axé em todo canto, ao menos em todo lugar do Pelourinho (que é onde estou transitando, né?).

Pô, aconteceu um negócio que lembrei do vídeo de Dani Calabresa. Chegou um cara perto de mim com aquelas pulseiras dos três pedidos, enquanto ele chegava e eu já dizia que estava liso (embora eu levasse alguma grana). Aí ele retrucou: não estou vendendo, blah, blah, blah, é só uma mostra do trabalho da gente, blah, blah, blah. Aí colocou em mim (na mão esquerda, só podia ser nela; se você não sabe o porquê, veja o vídeo da Dani Calabresa). Depois, ele me mostrou uns cordões e falou: mas você poderia levar isso aqui para nos ajudar... E NÃO ESTAVA VENDENDO, né? ¬¬. Mas eu disse que estava realmente liso, pois cheguei no albergue, deixei tudo lá e saí sem grana, aí ele: mas por cinco reais você leva essa lembrança... Acabei não comprando e ele ficou com cara de: devolve a pulseira, então (vai a dica para quem não viu o vídeo citado acima: não USE esse tipo de pulseira, é tipo um identificador de turista rsrs).

A outra foi mais engraçada. Eu estava subindo uma das ladeiras do Pelourinho, que Thiago disse que era para eu ter cuidado, e dois caras estavam andando por lá também. Um deles me olhou e "falou": e aê... e aê? eu respondi: e aê. O outro insistiu: e aê... quer marijuana?

No entanto, a situação mais hilariante aconteceu há pouco. Eu, ligado como sempre nessas putarias (com todo respeito rsrs) que acontecem aqui em Salvador, sento-me entre (o que eu achava ser) um casal e um mulher; pareciam não se conhecer (realmente creio que não se conheciam). A mulher que estava com o cara virou e perguntou: namoradinha? Pensei que era com a outra comadre, que elas se conheciam e tal, mas era comigo. Ela de novo virou para mim e falou: e aê... namoradinha? Daí eu virei, olhei, mas não entendi a frase e fingi que não era comigo. Ela mais uma vez: oi! eu faço programa, tá a fim de uma namoradinha? Putz! Queria só ver a cara de Mônica lendo isso.

Para finalizar, três coisinhas que quero citar:

1º cheguei na Bahia no dia da consciência negra (hoje), ainda bem, pois o pelourinho está bem movimentado, policial que só a porra. Se eu já tinha ouvido falar do movimento afro-brasileiro (sic) daqui, tudo ganhou uma proporção muito maior agora.

2º escutei um "Ó paí!", só faltou o outro "ó".

3º aqui no Pelourinho tem uma ladeira chamada: Ladeira da Misericórdia. Eu não tinha entendido, ia descer, mas quando vi, só pensei: misericórdia, vou descer isso não! (eu sei, eu sei, eu sou muito engraçado, né? rsrs)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Tem certeza de que sabe escrever?


Steven Johnson, em seu livro Cultura da interface, diz que não é mais um escritor, mas sim um digitador. Depois, afirma que é um trabalho árduo escrever, pois, para fazê-lo, precisa pensar no ato de pegar a caneta e escrever no papel. Ou seja, quando digitamos (agora, estou me incluindo na categoria de digitador da qual Johnson fala), parece que as ideias fluem à medida que o dedo desliza pelas teclas, enquanto, por outro lado, ao escrever temos de pensar no que vamos transpor ao papel e ainda idealizar como colocaremos aquilo - além do fato de podermos editar o conteúdo, no caso da digitação em plataformas digitais, a qualquer ponto, deletar/apagar uma ideia, inseri-la no meio de outra frase etc.

Alguns podem pensar que isso é exagero. Ainda que não acreditem, eu ainda escrevo... mentira! Escrevo não. Acho que até o 5º período eu ainda escrevia, ao menos anotava tópicos interessantes que rolavam nas aulas. Depois, as disciplinas práticas dominaram completamente o curso, daí nem rolava uma anotação decente.

Contudo, como eu teria de fazer a prova para seleção do mestrado escrevendo e não digitando, comecei a fazer os apontamentos dos livros que lia no papel, não no PC. Afinal, precisava (re)aprender a escrever, não é?

Infelizmente, isso não deu muito resultado. Tínhamos quatro horas para fazer a prova. Comecei a escrever, escrevi, escrevi,... e minha mão ficou paralisada, doía bastante. Até aí tudo bem, fui ao banheiro, lavei e deixei ela relaxando um pouco. Já tinha terminado a primeira questão (eram duas). Iniciei a segunda, a mão voltou a doer, mas tinha de terminá-la. Quando findei, comecei a passar do rascunho para a folha oficial, aquela que seria corrigida.

Eu tinha até algum tempo para reescrever tudo, minha mão estava doendo, daí reli as respostas, corrigi uns erros e comecei a transcrição para o papel da correção. Quando estava reescrevendo metade da resposta da primeira questão, bateu um desespero por causa do tempo. Minha mão doía e eu achava que não iria conseguir transcrever tudo. Desespero total! Sério. Se eu não tivesse conseguido (isso é spoiler, né?), teria chorado de verdade.

Meu rascunho estava tão legal, frases bem construídas, aí, na hora de transcrever, tive de mudar umas coisas porque pensava que não daria tempo. Uns três parágrafos foram mutilados e encurtados. Fui para a segunda questão mais tranquilo, no entanto, estava escrevendo muito rápido por causa da hora, o que fazia minha mão doer ainda mais. No final, deu tudo certo, terminei cinco minutos antes do tempo limite. Quer dizer, quase tudo, tinha uns três parágrafos no rascunho que ficaram mais legais, com ideias completas, sem mutilações.

Nota mental da experiência: Allysson, seu porra, você não tem costume de escrever, portanto, não use rascunho para depois não ter de passar tudo para o papel "oficial".

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Como você tá?

Eu estou bem. E estou realmente cumprindo o que prometi, não visito este espaço há muito tempo. Desde de julho parei com as atividades por aqui. Verdade, fiz uma postagem em agosto. Agora, volto em setembro. Outubro e novembro devem apertar ainda mais meu tempo, provavelmente eu nem dê sinal de vida.

Como havia dito no final de julho, o motivo para meu afastamento é a vida acadêmica me consumindo. Ao menos está dando resultado, eu acho. No início de setembro, estive no Intercom apresentando o paper A Rotina de Produção no Blog do Noblat. Aplicando a Teoria do Newsmaking na Blogosfera. Além do mais, publiquei o artigo As Rotinas Produtivas do Newsmaking e as Seleções do Gatekeeper no Blog do Noblat na Revista Iniciacom. Da mesma forma que os trabalhos anteriores, estes podem ser acessados no página ARQUIVOS, no cabeçalho do blog, ou no meu endereço do Slideshare.

Além desses trabalhos, fiz o projeto de mestrado, para participar das seleções; estou publicando um paper no livro organizado por Cláudio Paiva (e com colaboração minha e de Marina Magalhães na organização), que será lançado em breve; e estou em processo de finalização do artigo para o ABCiber, este ano na cidade do Rio de Janeiro, na UFRJ, recém conceito 6 na capes. Por sinal, o primeiro programa de pós-graduação em comunicação a conseguir tal conceito.

Enfim, outubro tem o Encontro de Iniciação Científica (ENIC), além das leituras para a prova teórica da seleção de mestrado. Em novembro, faço as provas e participo do ABCiber. Portanto, tempo corrido em outubro e novembro, sobretudo porque farei seleção em duas universidades, talvez, três. Mas a última, caso ocorra, será apenas em dezembro.