Um ano muito bom. Quer dizer, haveria várias maneiras de descrever este ano. Pegarei apenas o viés acadêmico, realmente um ciclo: iniciei o ano (janeiro) publicando um artigo na Revista Eletrônica Temática; fechei o ano (novembro) com outra publicação na mesma revista. Mas, neste ínterim, teve muita coisa boa.
Não posso dizer que o ano foi perfeito porque não fui o melhor em tudo e não consegui tudo o quanto era possível, mas isso já seria demais, né? Posso dizer que houve muitas conquistas que me satisfizeram completamente.
Academicamente, o ano "começou" (como quase sempre) com publicação no Intercom Regional, posteriormente seguido por outra no Intercom Nacional. Ainda relacionado ao Intercom, tive a felicidade de um artigo meu ser aceito para a Revista Iniciacom - vinculada ao congresso.
Depois dessa fase, veio o IV ABCiber trazer alguma dor de cabeça (um artigo meu não foi computado no sistema), mas apresentação do texto produzido com Laíza e da mesa sobre o livroAfrodite no ciberespaço: a era das convergências - organizado por Cláudio Cardoso de Paiva,Marina Magalhães de Morais e eu (Allysson Viana Martins) - valeu a ida ao Rio de Janeiro (além de eu conhecer uns primos que moram lá, mas isso já é de caráter pessoal).
Logo em seguida, vieram as seleções de mestrado. A primeira foi a da UFF, na qual meu projeto não foi aprovado. Daí vieram as da UFBA e da UFRN - isso eu já estava meio desacreditado devido ao insucesso na UFF. Felizmente, passei em ambas, na UFRN conseguindo até ser o primeiro colocado.
Beleza! Mestrado garantido, porém ainda faltava defender a monografia, que acabou culminando em nota 10. Parecendo que nada mais poderia dar certo, recebi o prêmio Jovem Pesquisador no XVIII Encontro Nacional de Iniciação Científica.
Mas em meio a tanta conquista e euforia, encontro um vídeo de um homem chamado Eduardo Marinho. E essa frase dele - dentre outras - me fez pensar um pouco: "Que vencedor que nada. Não tou aqui para competir. Quem é que disse que a vida é uma competição? A mídia? (risada sarcástica).
Além dessa reflexão, nesse curto vídeo, ele solta outras idéias como:
- "A publicidade é uma atividade criminosa. Ela cria necessidades desnecessárias, necessidades artificiais".
- "Na verdade, as necessidades materiais são só cinco: ar, água, alimento, agasalho e abrigo. Tudo com 'a' (...) Com essas cinco coisas você vive".
- "É muito fácil ser militar, desde que você abra mão da sua consciência".
- "Não quero ter vergonha da minha vida (...) não quero que minha vida seja usada par a manutenção (exército) deste Estado".
- "Conheci o marxismo. Achei o marxismo ótimo. Mas aí conheci os marxista e achei os marxista péssimos".
- "Tem benefício material que não vale o prejuízo moral".
Vale ganhar alguns minutos com esse cara, que foi descontruindo a imagem que tive dele no início. Pensei que era um doido, depois um papagaio (que escutou frases de efeito e agora saia falando), por fim, percebi que havia mais lucidez nele do que eu poderia imaginar.
Não posso dizer que o ano foi perfeito porque não fui o melhor em tudo e não consegui tudo o quanto era possível, mas isso já seria demais, né? Posso dizer que houve muitas conquistas que me satisfizeram completamente.
Academicamente, o ano "começou" (como quase sempre) com publicação no Intercom Regional, posteriormente seguido por outra no Intercom Nacional. Ainda relacionado ao Intercom, tive a felicidade de um artigo meu ser aceito para a Revista Iniciacom - vinculada ao congresso.
Depois dessa fase, veio o IV ABCiber trazer alguma dor de cabeça (um artigo meu não foi computado no sistema), mas apresentação do texto produzido com Laíza e da mesa sobre o livroAfrodite no ciberespaço: a era das convergências - organizado por Cláudio Cardoso de Paiva,Marina Magalhães de Morais e eu (Allysson Viana Martins) - valeu a ida ao Rio de Janeiro (além de eu conhecer uns primos que moram lá, mas isso já é de caráter pessoal).
Logo em seguida, vieram as seleções de mestrado. A primeira foi a da UFF, na qual meu projeto não foi aprovado. Daí vieram as da UFBA e da UFRN - isso eu já estava meio desacreditado devido ao insucesso na UFF. Felizmente, passei em ambas, na UFRN conseguindo até ser o primeiro colocado.
Beleza! Mestrado garantido, porém ainda faltava defender a monografia, que acabou culminando em nota 10. Parecendo que nada mais poderia dar certo, recebi o prêmio Jovem Pesquisador no XVIII Encontro Nacional de Iniciação Científica.
Mas em meio a tanta conquista e euforia, encontro um vídeo de um homem chamado Eduardo Marinho. E essa frase dele - dentre outras - me fez pensar um pouco: "Que vencedor que nada. Não tou aqui para competir. Quem é que disse que a vida é uma competição? A mídia? (risada sarcástica).
Além dessa reflexão, nesse curto vídeo, ele solta outras idéias como:
- "A publicidade é uma atividade criminosa. Ela cria necessidades desnecessárias, necessidades artificiais".
- "Na verdade, as necessidades materiais são só cinco: ar, água, alimento, agasalho e abrigo. Tudo com 'a' (...) Com essas cinco coisas você vive".
- "É muito fácil ser militar, desde que você abra mão da sua consciência".
- "Não quero ter vergonha da minha vida (...) não quero que minha vida seja usada par a manutenção (exército) deste Estado".
- "Conheci o marxismo. Achei o marxismo ótimo. Mas aí conheci os marxista e achei os marxista péssimos".
- "Tem benefício material que não vale o prejuízo moral".
Vale ganhar alguns minutos com esse cara, que foi descontruindo a imagem que tive dele no início. Pensei que era um doido, depois um papagaio (que escutou frases de efeito e agora saia falando), por fim, percebi que havia mais lucidez nele do que eu poderia imaginar.
2 comentários:
Já conheço o trabalho de Eduardo Marinho faz quase um ano. Eduardo é um homem lúcido por demais, como poucos são. Enfim, fico muito feliz que você tenha alcançado tudo isso, servindo de motivação para seu crescimento pessoal e, que 2011 seja um ano bem melhor.
Como diria o E. Marinho "Muito observam, poucos absorvem!"
Opa! Valeu, Thiago. Não quero nem que 2011 seja melhor, basta ser na mesma intensidade de 2010 rsrsrs.
E apoi! Eduardo Marinho é um louco consciente.
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